A filosofia e a poesia nascem de uma angústia profunda da alma.
Quando a consciência desperta, sua existência e função se justificam. Desperta no sentido de que se torna ativo, engajando-se no pensamento crítico, investigativo ou contemplativo. A consciência, elemento aparentemente supérfluo à vida, encontra em si conforto diante da angústia que gerou.