De tantos pensamentos sobre o efilismo, uma de minhas críticas se instala aqui na subestimação do fator humanístico do problema da existência. Um tipo de humanização de toda forma de vida semelhante a do veganismo em parcela estúpida de seus adeptos. Poucos são os problemas confirmados da existência inconsciente quando os casos englobam as formas mais simples de fisiologias e neurologias em diferentes níveis, todos infinitamente inferiores (ainda bem!) do do degrau perturbado do Ser Trágico. Que mal existe em um planeta constituído biologicamente de microorganismos, plantas etc.?
Inclusive, desta limitação que o pensamento misantrópico redentista mais se legitima - o problema principal reside no ser humano, e em ser humano.