Muito do que se pensa nesse termo, vezes vulgarizada, vezes sofisticada...
Entre a "culpabilidade do ser humano e da sociedade" e da subjeição deste ser aos ditos máximos da Natureza. O primeiro caso é tanto uma descrição precisa da versão vulgar ou instintiva dela quanto vezes uma simplificação imprecisa do pensamento filosófico a respeito. Não se trata, quando em "corrente" apropriada, de uma aversão de caráter julgador, mas sim de cunho tanto pragmatista quanto demandado.
Sendo o Ser Trágico sujeito às máximas da Natureza, este na verdade não pode carregar culpa alguma, mas tampouco pode permanecer sendo e se mantendo perpetuador da Ditadura. E esse "não pode" vem em dualidade da angústia primitiva da insjutiça, mas ao mesmo tempo complexa em razão do raro nível de percepção desses mecanismos materiais e também supostamente metafísicos que carrega esse ente.
Dessa forma, se trata de uma posição intrinsecamente elitista e, nesse caso, nunca fora tão relevante, positiva, bem como necessária nesses tempos de hiperinformação.